
Iniciou nesta sexta feira 23/07 no Colégio Modelo o I FÓRUM MUNICIPAL DE ENFRENTAMENTO ÀS DROGAS, com a presença de autoridades sanitárias, psicólogos, professores, assistentes sociais, visando uma troca de informações idéias de parceria que podem ser formadas para o combate e ao uso de drogas principalmente em crianças e adolescentes.
Estiveram presentes a assistente social Tânia Duplatt, Técnica em Saúde mental da SESAB, que falou sobre as medidas sócias educativas. O Dr. Tarcísio Matos prof. da UFBA coordenador do projeto “aliança de redução de danos e políticas públicas de saúde mental”. Representando o Prefeito Municipal esteve a vice prefeita e Secretária de Assistência social Maria Menezes, as psicólogas Lea Santin e Michele Pessin, o Secretário Jose Eduardo, a Secretária Municipal de Educação Profª. Maureem Lacerda, e a Secretária Municipal de Saúde Dra. Kátia Nunes.
Tânia Duplatt falou sobre as medidas sócio educativas, dos regimes de internação e da manutenção da saúde mental dos jovens envolvidos tanto no uso como no tráfico de drogas, tendo em sua palestra falado ainda sobre educação e justiça. Em 2004 haviam 19.400 crianças envolvidas com crimes em abrigos sendo que 11 mil cumprindo medidas sócio educativas.
A diretora do CAPS ad, falou do trabalho realizado sendo que existem 4029 pacientes cadastrados, sendo 178 intensivos, semi intensivos e não intensivos, o CAPS foi criando em 2002 buscando uma alternativo social para dar apoio a todos que estavam envolvidos com qualquer tipo de drogas ou seja o álcool e as demais drogas existentes no mercado, o CAPS foi criado pela portaria GM 336 em 16/02/2002 e já em mais de 36 meses em atividade, sempre buscando uma melhoria social par todos, com oficinas artesanais, tratamento coletivo com psicólogos, as unidades do CAPS II, AD e ia.
Larissa Altoé falou sobre a atuação do SAE/CTA e da parceria com o CAPS, fez um demonstrativo da atual situação regional quando não se pode esconder que 150 pacientes estão sendo acompanhados, portadores da aids ou do HIV. Segundo Larisa existe uma diferença, pois quem é portador do HIV a doença anda não se manifestou o paciente é apenas portador do vírus, e quem está com aids, a doença já está instalada e é um transmissor em potencial, porém todos merecem muitos cuidados, a faixa etária é dos 6 aos 65 anos der idade. São 4 pacientes com hepatite C, htlv 10, e algumas gestantes com hepatite B. Com HIV + 8 e aids 14 infectados, os óbitos foram de 7 femininos e 11 masculinos.
Já o Prof. Tarcísio Matos em sua palestra versou sobre o mesmo assunto relatando que uma das coisas que o deixou mais alegre, foi uma visita a Feira livre do Pequi, quando encontrou coisas da agricultura familiar, onde todos se envolvem dentro de sua comunidade, e que aprendeu muito com o ato de ouvir e refletir, falou sobre a deseducação no trânsito e de sua experiência em San Francisco na Califórnia onde existem cruzamentos sem semáforos, prevalecendo a educação de cada motorista, falou do CAPS sua estrutura e comunidades, a necessidade de mudança de rotina, quando uma pessoa promete uma mudança e não cumpre, e disse que não conhecia e que comprou tapioca na feira embrulhada na palma, o que para ele foi uma novidade. Prof. Tarcisio falou do poder público e da sua ajuda, quando pode adquirir obras, artesanatos e produtos das oficinas oriundas das comunidades e com isto fomentar mais ainda o que é produzido no loção. Por sua Vez o Pr. Sebastião criador e mantenedor do Centro de Recuperação Ebenézer, disse que para o projeto minha casa minha vida, o município adquiriu 80 mil blocos para as casas. Prof. Tarcísio, ainda cobrou aulas de culinária e jardinagem, quando empresas que compram comida pronta poderiam adquiri alimentação destas cozinhas ou empresas de jardinagem que prestam serviços ao município, tivessem de empregar pessoas com cursos oriundas deste programa.
Neste fórum foi levantado o assunto do tráfico e uso de drogas quando a maconha, o crack e a cocaína são as principais forças existentes que fazem parte do dia a dia entre os jovens e o tráfico, e que políticas de inclusão, ajuda, apoio e educação familiar precisam ser implementadas, para que o jovem possa envelhecer, pois o que se ouve é que morreram jovens entre 13 e 16 anos, pois quando morrem nesta faixa etária, sempre aparecem outros que ocupam os lugares vagos mesmo sabendo que acabarão tendo o mesmo destino.



Nesse novo contexto altera-se a distância entre o leitor e o texto, ou seja, entre autor e leitor , nestes o leitor pode intervir e tem a liberdade para construir o sentido do texto. Os textos eletrônicos, ou seja Hipertexto nos leva através dos links apresentados a diversas leituras que vão propocionando a construção do nosso texto é o que chamariamos de intertextualidade.





