sexta-feira, 16 de março de 2012

JUVENTUDE LIGADA!

A juventude é um tema cada vez mais presente na sociedade contemporânea, tanto nos espaços acadêmicos de discussão e investigação como nas agendas para o desenvolvimento de políticas públicas. Retratos da juventude brasileira: análises de uma pesquisa nacional é uma obra densa, cujos estudos e achados são capazes de contribuir para a inclusão social juvenil no espaço público, incorporando sugestões advindas de demandas juvenis para as políticas de cidadania endereçadas a essa categoria social. Acredito que a noção de juventude deve ser entendida, ao mesmo tempo, como uma condição social e uma representação. De um lado, há um caráter universal dado pelas transformações do indivíduo em determinada faixa etária, na qual completa o seu desenvolvimento físico e enfrenta mudanças psicológicas. Mas a forma como cada sociedade e, no seu interior, cada grupo social vai lidar e representar esse momento é muito variada. Não existe uma juventude, mas sim juventudes, no plural, enfatizando, assim, a diversidade de modos de ser jovem na nossa sociedade. Nesse sentido, se queremos compreender os jovens com os quais atuamos, antes de nada é necessário conhecê-los em sua realidade, descobrindo os diferentes modos pelos quais eles constroem a sua experiência. A vivência da juventude, desde a adolescência, tende a ser caracterizada por experimentações em todas as dimensões da vida subjetiva e social. O jovem torna-se capaz de refletir e de se ver como um indivíduo que participa da sociedade, recebendo e exercendo influências, fazendo deste o momento por excelência do exercício de inserção social. Esse período pode ser crucial para que ele se desenvolva plenamente como adulto e cidadão, sendo necessários tempos, espaços e relações de qualidade que possibilitem a cada um experimentar e desenvolver suas potencialidades.É nesse processo, permeado de descobertas, emoções, ambivalências e conflitos, que o jovem se defronta com perguntas como: “quem sou eu?”, “para onde vou?”, “qual rumo devo dar à minha vida?”. Questões cruciais que remetem 1 à identidade e ao projeto de vida, duas dimensões que aparecem interligadas e são decisivas no processo de amadurecimento.

quarta-feira, 14 de março de 2012


SER JOVEM

O General Mac Arthur teve oportunidade de se pronunciar a respeito das fases da vida e o fez nos seguintes termos:

"A juventude não é um período da vida. Ela é um estado de espírito, um efeito da vontade, uma qualidade da imaginação.

É uma intensidade emotiva, uma vitória da coragem sobre a timidez, do gosto da aventura sobre o amor ao conforto.

Não é por termos vivido um certo número de anos que envelhecemos. Envelhecemos porque abandonamos o nosso ideal.

Os anos enrugam o rosto. Renunciar ao ideal enruga a alma. As preocupações, as dúvidas, os temores e os desesperos são os inimigos que lentamente nos inclinam para a terra e nos tornam pó antes da morte.

Jovem é aquele que se admira, que se maravilha e pergunta, como a criança insaciável: e depois?

É aquele que desafia os acontecimentos e encontra alegria no jogo da vida."

Considerando tudo isto, com certeza, é que Malba Tahan dizia que não importava se ter noventa, trinta ou dezessete anos.

Porque, afirmava, só o homem comum envelhece com o passar dos dias e dos anos.

O Espírito superior, porém, indiferente ao escoar do tempo, só envelhece com o aniquilamento das suas ilusões e com o abandono de seus sonhos.

A mocidade é medida pela confiança e pelo esplendor dos seus sonhos.

Pode-se ser jovem com a própria fé, a coragem, que ultrapassa a timidez.

Pode-se ser velho com nosso próprio medo. A velhice se implanta quando a ânsia de aventura é vencida pelo desânimo e a pessoa somente deseja ficar repousando, viver tranqüila.

Assim, seremos jovens enquanto nos conservarmos receptivos às mensagens da natureza. Enquanto tivermos olhos de ver a diversidade infinita de cores da paisagem.

Enquanto tivermos ouvidos de ouvir a melodia do vento nos ramos do salgueiro e o tamborilar da chuva no telhado, escorrendo pela calha.

Seremos jovens enquanto nos deixarmos arrebatar por tudo que é belo, bom, grande.

Enquanto o verde da esperança predominar na policromia da nossa alma. Enquanto o desânimo não conseguir adentrar a porta do coração e a preguiça não dominar a mente.

Enquanto tivermos forças para tecer a colcha de retalhos da nossa vida com sentimentos positivos: um quadradinho azul de amor, um quadradinho rosa de perdão. Um retalhinho lilás de compreensão. Um arremate branco de amizade.

***

Se você tem um trabalho para cansar, uma tristeza para sentir, uma comida da qual reclamar, não se permita enrugar, envelhecendo.

Se o seu sonho foi desfeito, permita-se outros sonhos e siga em frente.

Lembre-se de agradecer a Deus, por tudo, pois existem muitos que dariam tudo para estar no seu lugar.
 





Justificativa:

Voltar às atividades é uma festa, uma verdadeira alegria por conhecer e fazer novas amizades, e por rever os velhos e grandes amigos.  Em meio a este entusiasmo inclui-se também um pouco de ansiedade, sinônimo de incerteza em relação ao futuro. Todos estes sentimentos são comuns tanto a educandos quanto a educadores.
A princípio estes primeiros dias devem ter caráter de celebração, pois é o começo de um novo capítulo na vida de todos. E conviver com novas experiências são desejos explícitos na cara da juventude atual.

Objetivo geral: Possibilitar a integração entre jovens e educadores com intuito de desenvolver sua capacidade de comunicação, autonomia e enaltecer qualidades dos integrantes do PJA.